Como o servidor MCP funciona
Esta página é uma visão breve de como o servidor funciona, o suficiente para entender o que acontece quando você usa o MCP. Para o passo a passo prático, vá direto para Uso local com o Claude Code.
Autenticação é delegada ao BTG Id
O servidor MCP não emite tokens e não valida credenciais por conta própria. Quem autentica o usuário é o BTG Id, exatamente como no acesso direto às APIs. O servidor MCP apenas recebe o token que chega em cada requisição, identifica a empresa a partir dele e repassa a chamada ao servidor interno.
Cada requisição é independente
O servidor não guarda sessão nem estado entre as chamadas. Cada requisição carrega o próprio token e é autossuficiente. É isso que torna o uso simples: tudo o que o servidor precisa é de um token emitido válido emitido pelo BTG Id.
Operações de leitura e de escrita
As operações expostas pelo servidor se dividem em dois tipos:
- Leitura — consultas e listagem. Não movem dinheiro e não alteram estados de entidades.
- Escrita — operações que movem dinheiro ou alteram estado, como um PIX, um pagamento, a emissão ou cancelamento de um boleto.
Toda operação de escrita exige confirmação humana explícita antes de ser executada. O assistente apresenta um resumo da operação: empresa, valor, favorecido e data, com o documento mascarado, e só executa após a sua aprovação deliberada. Isso é tratado com mais profundidade em Segurança e boas práticas.
O que acontece em uma chamada
Em resumo, quando você pede algo ao assistente:
- O assistente escolhe a operação adequada e a envia ao servidor MCP, com o seu token.
- O servidor identifica a empresa a partir do token.
- O servidor chama a API do BTG Empresas em nome daquela empresa.
- Se for uma operação de escrita, a confirmação acontece antes da execução.
- O resultado volta para a conversa.